//Conservação ambiental, respeito ao ser humano e regularização fundiária

Conservação ambiental, respeito ao ser humano e regularização fundiária

Assistindo o documentário produzido pelo Observatório Litoral Sustentável, e lendo a reportagem do trecho abaixo citado, entendi que todos nós podemos revisar nossos conceitos de Dignidade e Humanidade. Quem sabe a partir dele, encontrar novos caminhos e possibilidades para, colaborativamente, construirmos um amanhã menos dolorido para a maioria.

Entre os que acreditam que o melhor é apoiar o desenvolvimento em busca de maior renda financeira e um suposto conforto, com saúde, bem estar e qualidade de vida e os que entendem que esta modernização toda (educação, industrialização, progresso) não cumpriu a promessa de uma vida melhor… ficam a maioria de nós. Os que se dividem entre apenas seguir lutando pela sobrevivência (comendo e pagando as contas) e os que começam a levantar os olhos para tentar fazer diferente (viver, não apenas sobreviver) e enxergar mais longe.

Com pouca informação ou tempo disponível para manter-se bem informado fica difícil dialogar.

Na intenção de compartilhar informações relevantes para entendermos outros pontos de referência que não apenas os próprios, recomendo a todos:

 

 

Para o defensor público do Estado, Andrew Toshio Hayama, a melhor maneira de resolver os conflitos é de maneira extrajudicial, ou seja, sem a intervenção da justiça. “Cada vez mais a gente tem compreendido que os problemas têm que ser resolvidos pelas próprias pessoas que estão em conflito e nosso papel é mediar isso. Mas é claro, quando não houver possibilidade, as divergências devem ser levadas ao judiciário”.

Andrew recomendou que as comunidades tenham capacidade de transformar o desânimo em ação. “O fato de a estação ecológica ter sido transformada numa RDS não significa que está tudo resolvido. Ainda existem muitos moradores tradicionais em áreas de proteção integral. A relação entre territórios tradicionais e política ambiental no Brasil é de conflito, por isso a luta é permanente”, ressaltou.

Para outras informações,
SANTOSPRESS COMUNICAÇÃO INTEGRADA
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Continue lendo na fonte: http://litoralsustentavel.org.br/releases/comunidades-tradicionais-que-vivem-em-unidades-de-conservacao-se-reunem-para-discutir-direitos/

 

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Falando em movimento e resistência, segue link do vídeo (da Tawane Theodoro) que deu a imagem a postagem.